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Professora de Ed. Visual e Ed. Tecnológica

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Licenciada em ensino da Educação Visual e Tecnológica pela Escola Superior de Educação de Castelo Branco;

Mestre em Educação - especialidade de Formação Pessoal e Social pela Universidade da Beira Interior, com a defesa da dissertação "Formação Cívica e Criatividade";

Pertence ao Quadro do Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã,  em Covilhã e encontra-se atualmente destacada na Escola Básica  e Secundária Pedro Álvares Cabral, em Belmonte.

  Faz parte da bolsa de formadores do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, que lhe permite dar formação nas seguintes áreas/domínios:
A - ÁREA DE CIÊNCIAS DA ESPECIALIDADE:
A17 - Desenvolvimento Pessoal e Social
A53 - Técnicas de Cerâmica e Vidro
C - ÁREA DE PRÁTICA E INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA E DIDÁCTICA:
C05 - Didácticas Específicas (Educação Visual e Tecnológica)

Fomenta uma aprendizagem alicerçada no aprender a viver juntos, aprender a viver com os outros, onde se privilegiam metodologias que permitam o reconhecimento progressivo de si e do outro e a realização de projectos comuns. Acredita fortemente no trabalho em equipa porque, além de proporcionar a partilha de saberes, ideias, experiências e vivências, promove o desenvolver de competências democráticas, tais como: o exercício da responsabilidade, tolerância e solidariedade, conducentes ao bom desempenho cívico e produtivo e ao consequente desenvolver da formação integral da personalidade.

16/01/2009

O Modelo de avaliação de desempenho dos professores que defendemos

Para responder à questão que me foi colocada po PQ: "Que modelo de avaliação defendemos?" Vou deixar algumas respostas:

Defendemos um modelo de avaliação que:
- esteja orientado para a qualificação do serviço docente, como um dos caminhos a trilhar para a melhoria da qualidade da Educação, enquanto serviço público;
- não se destine, sobretudo, a institucionalizar uma cadeia hierárquica dentro das escolas e a dificultar ou, mesmo, impedir a progressão dos professores na sua carreira;
- não estabeleça quotas na avaliação e não crie categorias que, só por si, determinam que mais de 2/3 dos docentes não chegarão ao topo da carreira. Daí concluirmos que toda a orientação em que se enquadra o actual estatuto de carreira docente, que inclui o modelo de avaliação decretado pelo Ministério da Educação, seja exclusivamente economicista.
Assim, e tendo em conta a sua situação específica, os professores e educadores subscritores desta reiteração de suspensão de avaliação de desempenho docente reivindicam um processo de avaliação que permita:
- recentrar a atenção dos professores naquela que é a sua primeira e fundamental missão – ensinar;
- que os professores se preocupem prioritariamente com quem devem – os seus alunos;
- antecipar em alguns meses a negociação de um outro modelo de avaliação do desempenho docente, quando já estão em circulação outras propostas, radicalmente diferentes e surgidas do meio sindical.
Isabel Manso

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