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Professora de Ed. Visual e Ed. Tecnológica

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Licenciada em ensino da Educação Visual e Tecnológica pela Escola Superior de Educação de Castelo Branco;

Mestre em Educação - especialidade de Formação Pessoal e Social pela Universidade da Beira Interior, com a defesa da dissertação "Formação Cívica e Criatividade";

Pertence ao Quadro do Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã,  em Covilhã e encontra-se atualmente destacada na Escola Básica  e Secundária Pedro Álvares Cabral, em Belmonte.

  Faz parte da bolsa de formadores do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, que lhe permite dar formação nas seguintes áreas/domínios:
A - ÁREA DE CIÊNCIAS DA ESPECIALIDADE:
A17 - Desenvolvimento Pessoal e Social
A53 - Técnicas de Cerâmica e Vidro
C - ÁREA DE PRÁTICA E INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA E DIDÁCTICA:
C05 - Didácticas Específicas (Educação Visual e Tecnológica)

Fomenta uma aprendizagem alicerçada no aprender a viver juntos, aprender a viver com os outros, onde se privilegiam metodologias que permitam o reconhecimento progressivo de si e do outro e a realização de projectos comuns. Acredita fortemente no trabalho em equipa porque, além de proporcionar a partilha de saberes, ideias, experiências e vivências, promove o desenvolver de competências democráticas, tais como: o exercício da responsabilidade, tolerância e solidariedade, conducentes ao bom desempenho cívico e produtivo e ao consequente desenvolver da formação integral da personalidade.

20/11/2011

COMEMORAÇÃO DO "DIA DA CRIATIVIDADE" - 17 de Novembro - com trabalhos realizados na Área Curricular Disciplinar de EVT



 CRIATIVIDADE E SUA RELEVÂNCIA EM CONTEXTO ESCOLAR

  A criatividade tornou-se um termo cada vez mais popular e abrangente. E é, sem dúvida, a par da lucidez e da autonomia, um dos aspectos mais preciosos de uma pedagogia, centrada no desenvolvimento pessoal e social do indivíduo, pelo que é, cada vez mais considerada como um valor positivo em si mesmo. Segundo a Lei de Bases do Sistema Educativo, um dos princípios gerais da educação é a formação de «cidadãos capazes de julgarem com espírito crítico e criativo o meio social em que se integram e de se empenharem na sua transformação progressiva». Todavia, interessa-nos sobretudo abordar a problemática da criatividade ao nível do Ensino Básico, quer porque se trata de um dos objectivos explícitos desse grau de ensino, (LBSE, art. 7.º), quer porque os alunos atravessam, durante esse ciclo de estudos, uma fase fulcral do seu desenvolvimento no sentido da construção da sua identidade pessoal e do seu processo de socialização.
 No fundo, a criatividade é tudo aquilo que o aluno necessita para fazer face às questões, problemas ou dificuldades, com que se depara no dia-a-dia, não sendo parte delas mais do que situações imprevisíveis. E para conseguir resolver tais situações precisa reunir os instrumentos de apoio que são a sua capacidade intelectual e motivação intrínseca que, por sua vez , o ajudam a descobrir os meios que lhe permitem pôr o seu talento em prática e a procurar outras formas ou percursos diferentes para resolver um mesmo problema ou uma dada situação.
Segundo Papalia et al (2001) não existe uma fronteira exacta entre criativo e não criativo, entre sobredotado e não sobredotado e talentoso e não talentoso. Todas as crianças beneficiam do facto de serem encorajadas nas suas áreas de interesse e capacidade. A promoção de inteligência, criatividade e talento nas crianças pode ajudar todas elas a realizar ao máximo o seu potencial.
Professora Isabel Manso

O artigo foi elaborado com base  na  Dissertação de Mestrado intitulada "Formação Cívica e Criatividade" apresentada à UBI, por Isabel Manso em Setembro de 2008.



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